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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Mais de 11 mil novas moradias até 2017

Gerente regional da
Plaenge Empreendimentos,
Rogério Fabian Iwankiw
faz projeções otimistas

Trinte e três novos empreendimentos são executados por ano, até 2017. Em termo de segurança de investimento o imóvel perde somente para o diamante. Para tanto, comprar imóvel não é para especulador nem para aventureiro, é para quem quer ganhar de médio a longo prazo. Tendo em vista que o maior sonho da sociedade é ter a proteção da casa própria e não pagar aluguel, o mercado imobiliário obteve em sete anos um acréscimo cinco vezes maior de empreendimentos a serem lançados em Cuiabá e Várzea Grande.
O Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios de Cuiabá e Várzea Grande (Secovi) aponta que entre os anos de 2012 e 2017 serão 17.593 empreendimentos residenciais a serem lançados e entregues, restando 11.729 a entregar.
Este reflexo começou a partir de 2007, cujo período anterior, de sete anos, manteve-se no ritmo de seis obras por ano, sendo duas lançadas, duas em andamento e duas a serem entregues. Agora a realidade é de 33 empreendimentos por ano, entre começo, meio e término de obra até o ano de 2017, descreve o gerente regional da Plaenge Empreendimentos, Rogério Fabian Iwankiw.
Este fenômeno é decorrente do fato de o Brasil ser classificado como um país seguro de investimento pelas agências internacionais de Classificação de Risco, em 2007. Ou seja, num processo de análise por investidores estrangeiros, países e empresas multinacionais, o Brasil foi visado com oportunidades de “fazer render” seus recursos. 

Fonte: Cirquito MT

Imóveis cada vez mais incrementados

Paulo Antunes Maciel, 
vice-presidente do Creci-
MT, analisa que o
empresário está receoso
em investir neste momento

Há 10 anos ter uma churrasqueira na sacada era um luxo e hoje se tornou corriqueiro. Agora tem que ter uma cozinha gourmet. Os elevadores são sofisticados e no ambiente da moradia encontram-se espaços para a mulher, diversidade em lazer para as crianças e cada vez mais há invenções para o comodismo das pessoas. 
Ou seja, os imóveis usados mais antigos não têm tudo isso dentro dele. E para tudo tem um custo e fica impossível reduzir os preços e ter essa feira livre imobiliária como se esperava. Muito menos quando a realidade é recessão. Quanto ao mercado de locação, a confiança é a palavra-chave que garante o aluguel. Já a venda não terá liquidação após o advento Copa do Mundo 2014, que depende do Custo Brasil, gerado por meio dos impostos, da corrupção e da burocracia, também influenciada pela tecnologia aplicada no imóvel, em conforto. 
O vice-presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Mato Grosso (Creci- MT), Paulo Antunes Maciel, alerta que a conta da Copa está chegando agora e a cadeia de compra está parada; o empresário está com medo de investir. “Quando a Dilma (presidente) sobe nas pesquisas, a Bolsa de Valores de São Paulo cai. Ninguém aguenta mais como está essa política econômica sem rumo. O Brasil não cresce”, diz Maciel.

Fonte: Cirquito MT

Imóvel é o bem mais seguro de valorização


Diretor do Secovi,
Guido Grando Júnior,
considera que o momento é
de equilíbrio
Considerando que a única coisa que não acaba é o imóvel, ele ainda tem uma vantagem extraordinária: “Se ele pegar fogo, fica o chão, que ainda vale alguma coisa”, destaca Paulo Antunes Maciel. Um bom exemplo é a concepção da Avenida Getúlio Vargas, em Cuiabá, região doada em 1940, na época pelo então presidente. Ele construiu o Colégio Liceu Cuiabano e fez uma lei obrigando quem ganhou o terreno naquela área que construísse moradia, pois as pessoas não queriam se mudar para o local. 
E hoje é um dos trechos mais valorizados de Cuiabá, que não tem preço. “Então o que tem que se pensar é que você ganha ao longo do tempo”, conclui Maciel. De acordo com o presidente do Secovi, Guido Grando Junior, os imóveis vinham se valorizando por conta do aumento de custos e demanda maior que a oferta. 
Isto foi causado por um longo período de estabilidade econômica e melhoria de renda das famílias, associadas a facilidades de crédito. Para a Secovi, o mercado passa por um momento de equilíbrio entre demanda e oferta, boas oportunidades de aquisição estão a surgir, com preços às vezes abaixo do custo, uma vez que algumas construtoras estão oferecendo condições especiais de aquisição, com descontos e outros benefícios. 

Fonte: Cirquito MT

Setor imobiliário só reagirá após a eleição

O mercado imobiliário vive um momento de recessão. A esperada “feira livre” de imóveis com preços baixos, cogitada após a Copa do Mundo 2014 não haverá. Após a ilusão de lucro com o mercado imobiliário no período da Copa, o país vive um não crescimento econômico, em virtude do cenário político, cuja definição será refletida com o resultado da eleição presidencial. Este é o panorama do mercado imobiliário feito pelo vice-presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Mato Grosso (Creci-MT), Paulo Antunes Maciel. “Depois que a Copa acontece só fica a ressaca. Foi uma grande ilusão vendida para a população. Hoje se você sai ao meio-dia na Isaac Póvoas (avenida da região central de Cuiabá) verá que as ruas estão parecendo cada vez mais vazias, por que as pessoas estão retraídas. 
O país está em recessão”, aponta ele. A festa e a recepção foram bonitas e agora é a hora de pagar a conta. Ele recorda que as pessoas imaginaram uma realidade de alugar seu apartamento por R$ 5 mil, um quarto da casa por R$ 1 mil, mas aconteceu que era gente que vinha com barraca e muitos se concentraram nos lugares de abrigo do evento. “Isso foi um reflexo da própria incompetência gerencial do governo. Eu lembro que em novembro (2013) fui a uma reunião da Secopa (Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo 2014) que era para lançar um projeto dealuguel de casas pela internet. Chegou o mês de março e queriam ainda discutir o assunto. Não existe uma coisa dessas”, lamentou Maciel. 
Nenhuma ligação existiu entre a Copa e o mercado imobiliário. Agora o que ocorrerá são algumas valorizações em virtude da mobilidade urbana e a presença do transporte VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). O representante do Creci ressalta quanto ao chamado “Custo Brasil”,termo que se refere ao conjunto de entraves estruturais que encarecem o investimento no Brasil, oneram os produtos e serviços brasileiros, tornando-os menos competitivos em relação aos similares no exterior. Este entrave dificulta o desenvolvimento nacional, aumenta o desemprego, o trabalho informal, a sonegação de impostos e a evasão de divisas. 
Por isso, é apontado como um conjunto de fatores que comprometem a competitividade e a eficiência da indústria nacional. “Aliado à tradição de não se cumprir contratos, de se inventar novos custos em cima de projetos em andamento, como o incremento na tecnologia de construção de imóveis, que não sai barato, e como diria Delfim Netto (ex-ministro da Fazenda e do Planejamento), não existe almoço grátis”, explica Maciel quanto ao Custo Brasil, que na prática é exemplificado sob a forma de novidades e atrativos embutidos ao imóvel. 

Fonte: Cirquito MT

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Reunião discute modelo de operação do VLT em Cuiabá

O Secovi-MT por meio do suplente Guido Grando Júnior,  participou da reunião ordinária com a Agencia Metropolitana e a Secopa para a apresentação do Estudo do Modelo de Operação e Delegação do Veículo Leve sobre trilho em Cuiabá e Várzea Grande.

O assessor de mobilidade urbana da Secopa, Rafael Detoni, explicou que o estudo está dividido em três partes. A primeira é sobre a nova rede integrada, estimada em R$ 2,99, baseado em um fluxo de 350 mil pessoas por dia.  A ultima parte discute os possíveis modelos de concessão do sistema e a Agencia Metropolitana é o órgão competente para definir o modelo.

Na reunião o assessor de mobilidade urbana da Secopa além de tirar as dúvidas dos membros do Codem, falou sobre a possibilidade de integrar o sistema com outros Municípios da região metropolitana, como Santo Antônio de Leverger e Nossa Senhora do Livramento.

Segundo o Presidente da Agencia Metropolitana, Benedito Pinto, o objetivo é que o sistema de gestão do VLT esteja pronto quando a obra for concluída.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Cuiabá tem novas regras de zoneamento

Regras contrariam entidades da construção de Cuiabá, mas também abrem novas zonas de crescimento
DIVULGAÇÃO: SECOVI-MT
Diminuição do potencial construtivo de algumas regiões deve estimular direcionamento de investimentos para áreas distantes do Centro da cidade, segundo entidades do setor

A nova Lei de Ocupação e Urbanização do Solo Urbano, sancionada em maio na cidade de Cuiabá, não agradou ao setor imobiliário da região. A legislação, entre outras obrigações, especifica o quanto pode ser construído em cada zona da cidade, restringe o potencial construtivo em algumas áreas e exige que os empreendimentos ofereçam vagas de estacionamento aos visitantes. Diante destas regras, já se comenta que a tendência de investimento imobiliário agora se direcione a regiões distantes do Centro, onde o potencial construtivo foi reduzido.
Segundo o Secovi-MT (Sindicato da Habitação do Estado do Mato Grosso), um dos pontos mais polêmicos é exatamente a redução do potencial construtivo de adensamento em diversas regiões da cidade. Em alguns locais, onde antes um terreno de 1 mil m² podia receber edificação com até 2 mil m² de área construída, agora o limite passa a ser de 1 mil m² de área construída.
Além disso, foram criadas Zonas de Amortecimentos no entorno dos parques, proibindo a construção de prédios nas imediações dessas áreas - que estão dentre as mais valorizadas da cidade. A intenção é proteger essas reservas urbanas. Assim, a até 100 m dos parques podem ser construídos empreendimentos com, no máximo, 12 m de altura. A partir de 200 m ficam liberadas edificações com altura de 24 m.
As novas regras, que devem encarecer os empreendimentos, já geram reclamações. "Vamos solicitar à prefeitura esclarecimentos sobre essa legislação, e, se for o caso, pretendemos nos manifestar contra ela", revela Paulo Bresser, vice-presidente do Sinduscon-MT (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Mato Grosso). Bresser disse que se não houver mudança, o setor pode declinar na região. O Secovi-MT também afirmou que deve pedir revisão das exigências.
O engenheiro Alaor Fernandes, da GMS Imobiliária e Construtora, prevê dificuldades decorrentes da aprovação da lei sem muitas discussões com o setor. "Essas regras são desnecessárias. Por enquanto ainda não houve tempo para impactar o setor, mas em breve sentiremos os reflexos, principalmente nos preços", disse.
A nova lei também prevê a criação de três novos distritos: Aguaçu, Nova Esperança (Pequizeiro) e Sucuri. Para Guido Grando Júnior, diretor do Secovi-MT, "as novas localidades devem receber grandes investimentos e crescerão de maneira ordenada e sustentável, com todos os benefícios das áreas urbanas".
A cidade terá ainda mais sete novas áreas verdes ou parques, denominadas de Zonas de Interesse Ambiental.

Fonte: PiniWeb