sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Opinião: Panorama do Mercado Imobiliário - 4º Trim / 2014


Qual é o panorama do mercado imobiliário em Mato Grosso, ou Cuiabá, ou baixada cuiabana?Após mais de 5 anos de um intenso desenvolvimento o mercado atualmente está passando por uma fase de ajuste em função da situação econômica atual do Brasil. O comprometimento de alguns fundamentos econômicos e indefinições políticas em função das eleições causam baixa no nível de confiança dos empresários e consumidores. Consequentemente, muitos interessados estão adiando a decisão de compra do imóvel, assim como outros bens duráveis. 


O mercado imobiliário está em ascendência? Como está o crescimento do mercado?Mato Grosso, em função da pujança do setor da agroindústria no interior ainda tem um cenário diferenciado. Assim o mercado vai se mantendo estável, em função da necessidade imediata de moradia das famílias e de transferências de empresas.


Quantos imóveis serão entregues conforme previsto na tabela do Secovi até 2017? Qual foi o crescimento em percentual?O Secovi realiza uma pesquisa anual de unidades a entregues / a serem entregues de apartamentos e salas comerciais. Até 2014 este número apresentava um crescimento. A partir de 2015, o volume total de unidades a serem entregues apresenta crescimento negativo em função da redução de lançamentos das construtoras.

Ano:
Residencial:
Comercial:
Total:
Situação:
Variação:
2012
2052
223
2275
Entregues
2013
3812
0
3812
Entregues
68%
2014
5335
277
5612
A entregar
47%
2015
3442
1558
5000
A entregar
-11%
2016
2488
320
2808
A entregar
-44%
2017
464
638
1102
A entregar
-61%
17593
3016
20609
Total
5864
223
6087
Entregues
11729
2793
14522
A entregar

Quais os reflexos do Custo Brasil sobre o Mercado Imobiliário?
O Custo Brasil, encarece desnecessariamente produtos e mão de obra usadas na construção civil. Assim, os imóveis novos acabam tendo sempre um preço maior do que imóveis usados em função do repasse deste custo ao preço de venda. 

O que esperar do mercado imobiliário até 2017 e após? 
Considerando a redução da oferta observada na pesquisa de lançamentos e, vindo o Brasil a experimentar uma recuperação econômica, é esperada uma redução dos estoques de imóveis disponíveis para compra o que pode representar uma recuperação de preços, caso a demanda continue firme e não haja redução de composição de custos. Esta situação pode pendurar após 2017, pois existe uma demora natural de pelo menos 5 anos entre um projeto imobiliário ser concebido e ser entregue.

Agora é um bom momento para se comprar imóveis? Que tipo? Terreno, residência?
Sim, considerando que algumas construtoras estão oferecendo condições especiais de aquisição, com descontos e outros benefícios e o mercado passa por um momento de equilíbrio entre demanda e oferta, boas oportunidades de aquisição estão a surgir. No momento que a economia vir a se beneficiar de uma recuperação, e considerando a redução dos lançamentos imobiliários a tendência dos preços é a recuperação. 

A esperada "feira livre" após a Copa aconteceu / acontecerá? Preços reduzidos?
Houve uma certa especulação por parte de alguns que os preços do mercado imobiliário vinham sendo influenciados por conta da realização do da Copa do Mundo no Brasil. Na verdade este evento teve quase nenhuma influência sobre este mercado. Os imóveis vinham se valorizando por conta de aumento de custos e demanda maior que a oferta. Isto foi causado por um longo período de estabilidade econômica e melhoria de renda das famílias, associadas a facilidades de crédito.Por outro lado, não há uma notícia ou caso concreto de empresas ou famílias que investiram no mercado imobiliário visando única e exclusivamente a Copa. Até mesmo o setor hoteleiro sempre levou em conta o Pós Copa em seus projetos de viabilidade de novos empreendimentos.Na verdade, existe até uma possibilidade de certos empreendimentos imobiliários se valorizarem em função do pós copa devido as obras de mobilidade e de legado deixadas pelo evento. No mais a situação de ajuste por qual passa o mercado no momento deve-se tão somente a fatores ligados a macro-economia e não a um evento pontual que durou um mês.

Guido Grando JuniorDiretor - Rede Secovi MT
Técnico em transações imobiliárias; Corretor de Imóveis Inscrito no Conselho Regional sob nº 3134 a mais de 13 anos; Perito Judicial Imobiliário; Diretor da Rede Secovi-MT. Cursou MBA em Gestão de Negócios Imobiliários e da Construção Civil - FGV; Registro no Cadastro Estadual de Corretores de imóveis Qualificados 051/2011. Detentor do registro no Cadastro Nacional de Avaliadores 7009. Membro suplente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Estratégico de Cuiabá; Membro Suplente do Conselho Deliberativo da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá. Membro da Câmara de Avaliação de Distorções de Cálculo do Valor Venal do IPTU da Prefeitura de Cuiabá.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Localização é um dos critérios mais relevantes para quem busca imóvel


O endereço é o critério mais relevante para a escolha do imóvel, para a maioria dos interessados em comprar ou alugar, de acordo com levantamento feito pelo portal imobiliário VivaReal. Entre os mil usuários do portal que foram entrevistados, 52,7% disseram se preocupar com a localização.

A pesquisa, realizada com usuários que acessaram o VivaReal, mostrou também que  a localização do novo imóvel é seguida pela facilidade de acesso ao transporte público e distância de estabelecimentos comerciais. O preço da unidade aparece apenas em quarto lugar.

O resultado mostra que os compradores buscam em primeiro lugar escolher a região para, somente depois, verificar quais imóveis cabem no seu orçamento. Para saber mais sobre a qualidade de vida da região onde o imóvel está localizado e outros aspectos subjetivos, 37,6% buscam recomendações da família e amigos.

De acordo com o diretor do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios de Cuiabá e Várzea Grande - Secovi MT, Guido Grando Júnior, localizações privilegiadas são qualidade que podem ser encontradas e selecionadas com mais facilidade nos empreendimentos comercializados na planta.

“Os empreendimentos novos, vendidos na planta, são funcionalmente mais modernos, e dispõe de características que agregam valor e benefícios no uso do dia a dia. Eles costumam estar situados em locais com potencial de valorização a ser incorrido”, ressaltou.

Localização estratégica
A CX Construções, presente há 6 anos no mercado da construção civil em Cuiabá, conta com terrenos localizados em pontos estratégicos da capital, visando praticidade e valorização do imóvel.

Os empreendimentos residenciais de alto padrão Forest Hill e Sky View Paiaguás, e o empreendimento comercial The Point, estão potencialmente inseridos em uma região que oferece uma diversidade de serviços e de entretenimento, distantes dos locais de maior tráfego nos horários de pico, mas próximos às principais vias de acesso rápido da cidade.

O Sky View Paiaguás e o Forest Hill localizam-se no bairro Jardim Paiaguás, às margens da Avenida República do Líbano. A região vive um período de grande progresso. Ainda assim, é possível apreciar a natureza que a cerca, já que possui uma grande área de preservação ambiental e a Lagoa do Paiaguás que será revitalizada em breve.

A localização privilegiada torna este bairro uma ótima opção tanto para quem deseja montar seu escritório quanto para quem deseja fixar residência na região. E os empreendimentos contam ainda com vista para uma das mais admiradas belezas naturais da região, o paredão de Chapada dos Guimarães.

Guia do Bairro
Pensando na importância da localização, desde a compra até a hora de mudar para o imóvel, a CX Construções também apostou em outras localidades em potencial da capital, a exemplo dos bairros Consil, Duque de Caxias, Jardim das Américas e Parque Eldorado.
Para orientar seus clientes, a CX Construções criou o “Guia do Bairro - Como é bom viver aqui”, um manual que contém informações, história, dicas, entrevistas exclusivas e fotos dos principais pontos dos bairros que contam com empreendimentos CX Construções.
A publicação, prevista para ser lançada no próximo mês, foi idealizada pela construtora e executada pela historiadora Fernanda Quixabeira Machado.  “A ideia é mostrar ao novo morador tudo o que o bairro oferece no que diz respeito a serviços, lazer, cultura e esporte e inseri-lo à realidade da região por meio do conhecimento”, conta Fernanda. 

Fonte: CX Construções

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Mais de 11 mil novas moradias até 2017

Gerente regional da
Plaenge Empreendimentos,
Rogério Fabian Iwankiw
faz projeções otimistas

Trinte e três novos empreendimentos são executados por ano, até 2017. Em termo de segurança de investimento o imóvel perde somente para o diamante. Para tanto, comprar imóvel não é para especulador nem para aventureiro, é para quem quer ganhar de médio a longo prazo. Tendo em vista que o maior sonho da sociedade é ter a proteção da casa própria e não pagar aluguel, o mercado imobiliário obteve em sete anos um acréscimo cinco vezes maior de empreendimentos a serem lançados em Cuiabá e Várzea Grande.
O Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios de Cuiabá e Várzea Grande (Secovi) aponta que entre os anos de 2012 e 2017 serão 17.593 empreendimentos residenciais a serem lançados e entregues, restando 11.729 a entregar.
Este reflexo começou a partir de 2007, cujo período anterior, de sete anos, manteve-se no ritmo de seis obras por ano, sendo duas lançadas, duas em andamento e duas a serem entregues. Agora a realidade é de 33 empreendimentos por ano, entre começo, meio e término de obra até o ano de 2017, descreve o gerente regional da Plaenge Empreendimentos, Rogério Fabian Iwankiw.
Este fenômeno é decorrente do fato de o Brasil ser classificado como um país seguro de investimento pelas agências internacionais de Classificação de Risco, em 2007. Ou seja, num processo de análise por investidores estrangeiros, países e empresas multinacionais, o Brasil foi visado com oportunidades de “fazer render” seus recursos. 

Fonte: Cirquito MT

Imóveis cada vez mais incrementados

Paulo Antunes Maciel, 
vice-presidente do Creci-
MT, analisa que o
empresário está receoso
em investir neste momento

Há 10 anos ter uma churrasqueira na sacada era um luxo e hoje se tornou corriqueiro. Agora tem que ter uma cozinha gourmet. Os elevadores são sofisticados e no ambiente da moradia encontram-se espaços para a mulher, diversidade em lazer para as crianças e cada vez mais há invenções para o comodismo das pessoas. 
Ou seja, os imóveis usados mais antigos não têm tudo isso dentro dele. E para tudo tem um custo e fica impossível reduzir os preços e ter essa feira livre imobiliária como se esperava. Muito menos quando a realidade é recessão. Quanto ao mercado de locação, a confiança é a palavra-chave que garante o aluguel. Já a venda não terá liquidação após o advento Copa do Mundo 2014, que depende do Custo Brasil, gerado por meio dos impostos, da corrupção e da burocracia, também influenciada pela tecnologia aplicada no imóvel, em conforto. 
O vice-presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Mato Grosso (Creci- MT), Paulo Antunes Maciel, alerta que a conta da Copa está chegando agora e a cadeia de compra está parada; o empresário está com medo de investir. “Quando a Dilma (presidente) sobe nas pesquisas, a Bolsa de Valores de São Paulo cai. Ninguém aguenta mais como está essa política econômica sem rumo. O Brasil não cresce”, diz Maciel.

Fonte: Cirquito MT

Imóvel é o bem mais seguro de valorização


Diretor do Secovi,
Guido Grando Júnior,
considera que o momento é
de equilíbrio
Considerando que a única coisa que não acaba é o imóvel, ele ainda tem uma vantagem extraordinária: “Se ele pegar fogo, fica o chão, que ainda vale alguma coisa”, destaca Paulo Antunes Maciel. Um bom exemplo é a concepção da Avenida Getúlio Vargas, em Cuiabá, região doada em 1940, na época pelo então presidente. Ele construiu o Colégio Liceu Cuiabano e fez uma lei obrigando quem ganhou o terreno naquela área que construísse moradia, pois as pessoas não queriam se mudar para o local. 
E hoje é um dos trechos mais valorizados de Cuiabá, que não tem preço. “Então o que tem que se pensar é que você ganha ao longo do tempo”, conclui Maciel. De acordo com o presidente do Secovi, Guido Grando Junior, os imóveis vinham se valorizando por conta do aumento de custos e demanda maior que a oferta. 
Isto foi causado por um longo período de estabilidade econômica e melhoria de renda das famílias, associadas a facilidades de crédito. Para a Secovi, o mercado passa por um momento de equilíbrio entre demanda e oferta, boas oportunidades de aquisição estão a surgir, com preços às vezes abaixo do custo, uma vez que algumas construtoras estão oferecendo condições especiais de aquisição, com descontos e outros benefícios. 

Fonte: Cirquito MT

Setor imobiliário só reagirá após a eleição

O mercado imobiliário vive um momento de recessão. A esperada “feira livre” de imóveis com preços baixos, cogitada após a Copa do Mundo 2014 não haverá. Após a ilusão de lucro com o mercado imobiliário no período da Copa, o país vive um não crescimento econômico, em virtude do cenário político, cuja definição será refletida com o resultado da eleição presidencial. Este é o panorama do mercado imobiliário feito pelo vice-presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Mato Grosso (Creci-MT), Paulo Antunes Maciel. “Depois que a Copa acontece só fica a ressaca. Foi uma grande ilusão vendida para a população. Hoje se você sai ao meio-dia na Isaac Póvoas (avenida da região central de Cuiabá) verá que as ruas estão parecendo cada vez mais vazias, por que as pessoas estão retraídas. 
O país está em recessão”, aponta ele. A festa e a recepção foram bonitas e agora é a hora de pagar a conta. Ele recorda que as pessoas imaginaram uma realidade de alugar seu apartamento por R$ 5 mil, um quarto da casa por R$ 1 mil, mas aconteceu que era gente que vinha com barraca e muitos se concentraram nos lugares de abrigo do evento. “Isso foi um reflexo da própria incompetência gerencial do governo. Eu lembro que em novembro (2013) fui a uma reunião da Secopa (Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo 2014) que era para lançar um projeto dealuguel de casas pela internet. Chegou o mês de março e queriam ainda discutir o assunto. Não existe uma coisa dessas”, lamentou Maciel. 
Nenhuma ligação existiu entre a Copa e o mercado imobiliário. Agora o que ocorrerá são algumas valorizações em virtude da mobilidade urbana e a presença do transporte VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). O representante do Creci ressalta quanto ao chamado “Custo Brasil”,termo que se refere ao conjunto de entraves estruturais que encarecem o investimento no Brasil, oneram os produtos e serviços brasileiros, tornando-os menos competitivos em relação aos similares no exterior. Este entrave dificulta o desenvolvimento nacional, aumenta o desemprego, o trabalho informal, a sonegação de impostos e a evasão de divisas. 
Por isso, é apontado como um conjunto de fatores que comprometem a competitividade e a eficiência da indústria nacional. “Aliado à tradição de não se cumprir contratos, de se inventar novos custos em cima de projetos em andamento, como o incremento na tecnologia de construção de imóveis, que não sai barato, e como diria Delfim Netto (ex-ministro da Fazenda e do Planejamento), não existe almoço grátis”, explica Maciel quanto ao Custo Brasil, que na prática é exemplificado sob a forma de novidades e atrativos embutidos ao imóvel. 

Fonte: Cirquito MT

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Reunião discute modelo de operação do VLT em Cuiabá

O Secovi-MT por meio do suplente Guido Grando Júnior,  participou da reunião ordinária com a Agencia Metropolitana e a Secopa para a apresentação do Estudo do Modelo de Operação e Delegação do Veículo Leve sobre trilho em Cuiabá e Várzea Grande.

O assessor de mobilidade urbana da Secopa, Rafael Detoni, explicou que o estudo está dividido em três partes. A primeira é sobre a nova rede integrada, estimada em R$ 2,99, baseado em um fluxo de 350 mil pessoas por dia.  A ultima parte discute os possíveis modelos de concessão do sistema e a Agencia Metropolitana é o órgão competente para definir o modelo.

Na reunião o assessor de mobilidade urbana da Secopa além de tirar as dúvidas dos membros do Codem, falou sobre a possibilidade de integrar o sistema com outros Municípios da região metropolitana, como Santo Antônio de Leverger e Nossa Senhora do Livramento.

Segundo o Presidente da Agencia Metropolitana, Benedito Pinto, o objetivo é que o sistema de gestão do VLT esteja pronto quando a obra for concluída.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Cuiabá tem novas regras de zoneamento

Regras contrariam entidades da construção de Cuiabá, mas também abrem novas zonas de crescimento
DIVULGAÇÃO: SECOVI-MT
Diminuição do potencial construtivo de algumas regiões deve estimular direcionamento de investimentos para áreas distantes do Centro da cidade, segundo entidades do setor

A nova Lei de Ocupação e Urbanização do Solo Urbano, sancionada em maio na cidade de Cuiabá, não agradou ao setor imobiliário da região. A legislação, entre outras obrigações, especifica o quanto pode ser construído em cada zona da cidade, restringe o potencial construtivo em algumas áreas e exige que os empreendimentos ofereçam vagas de estacionamento aos visitantes. Diante destas regras, já se comenta que a tendência de investimento imobiliário agora se direcione a regiões distantes do Centro, onde o potencial construtivo foi reduzido.
Segundo o Secovi-MT (Sindicato da Habitação do Estado do Mato Grosso), um dos pontos mais polêmicos é exatamente a redução do potencial construtivo de adensamento em diversas regiões da cidade. Em alguns locais, onde antes um terreno de 1 mil m² podia receber edificação com até 2 mil m² de área construída, agora o limite passa a ser de 1 mil m² de área construída.
Além disso, foram criadas Zonas de Amortecimentos no entorno dos parques, proibindo a construção de prédios nas imediações dessas áreas - que estão dentre as mais valorizadas da cidade. A intenção é proteger essas reservas urbanas. Assim, a até 100 m dos parques podem ser construídos empreendimentos com, no máximo, 12 m de altura. A partir de 200 m ficam liberadas edificações com altura de 24 m.
As novas regras, que devem encarecer os empreendimentos, já geram reclamações. "Vamos solicitar à prefeitura esclarecimentos sobre essa legislação, e, se for o caso, pretendemos nos manifestar contra ela", revela Paulo Bresser, vice-presidente do Sinduscon-MT (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Mato Grosso). Bresser disse que se não houver mudança, o setor pode declinar na região. O Secovi-MT também afirmou que deve pedir revisão das exigências.
O engenheiro Alaor Fernandes, da GMS Imobiliária e Construtora, prevê dificuldades decorrentes da aprovação da lei sem muitas discussões com o setor. "Essas regras são desnecessárias. Por enquanto ainda não houve tempo para impactar o setor, mas em breve sentiremos os reflexos, principalmente nos preços", disse.
A nova lei também prevê a criação de três novos distritos: Aguaçu, Nova Esperança (Pequizeiro) e Sucuri. Para Guido Grando Júnior, diretor do Secovi-MT, "as novas localidades devem receber grandes investimentos e crescerão de maneira ordenada e sustentável, com todos os benefícios das áreas urbanas".
A cidade terá ainda mais sete novas áreas verdes ou parques, denominadas de Zonas de Interesse Ambiental.

Fonte: PiniWeb

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Compra de imóvel na planta rende valorização de até 30%

Compra de imóvel na planta rende valorização de até 30%
O mercado imobiliário e da construção civil em Cuiabá, e em toda região metropolitana da capital, está em expansão, e os imóveis que ainda nem saíram do papel tem representatividade expressiva nesse segmento econômico. Dados do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios de Cuiabá e Várzea Grande - Secovi MT, apontam que pelo menos 30% do mercado de imóveis seja composto por empreendimentos em construção ou na planta.
É só olhar para qualquer ponto da cidade que é notável a presença dos operários e máquinas nos canteiros de obras. A indústria da construção civil não pára de trabalhar. Para quem não tem pressa, vale a pena esperar o projeto tonar-se real e ‘concreto’. Caso o comprador não tenha necessidade imediata do imóvel, existem diversas vantagens na aquisição de imóveis na planta como planejamento, formas de pagamento flexíveis e preços diferenciados.
De acordo com o diretor da Rede Secovi MT, Guido Grando Júnior, quando o imóvel é adquirido na planta, o potencial de valorização é muito grande. “Quem comprou um empreendimento em seu lançamento, hoje costuma experimentar uma valorização aproximada de 13% a 30%”, explicou Júnior que também é empresário do ramo e MBA em Gestão de Negócios Imobiliários e da Construção Civil pela Fundação Getúlio Vargas.
E não é só pela valorização que o consumidor pode lucrar na aquisição do novo empreendimento. Quando o imóvel é comprado sem ainda existir fisicamente, os custos para a construtora e para o consumidor podem ser reduzidos. “Para a incorporadora, a venda na planta é muito importante. Primeiro, por que demonstra a efetiva viabilidade e demanda do empreendimento por ela projetado. Além disso, os valores por ela recebidos durante as obras ajudam a reduzir o custo financeiro da mesma, permitindo compartilhar este ganho com o comprador final através de preços menores do que ela praticaria se vendesse o imóvel somente após concluído”, explicou.

Para se ter uma ideia da representatividade dos imóveis vendidos na planta, uma pesquisa elaborada pela Secovi-MT, no ano passado, revela que, em 2012 foram entregues 3106 apartamentos novos; em 2013, 1670; e em 2014, 2084 novas unidades em empreendimentos verticais. Considerando que um empreendimento quando é entregue possui praticamente todas as unidades já comercializadas, tem-se então uma ideia do volume que esse mercado representa. 

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Valorização de imóveis no entorno da Arena Pantanal cresceu 45%


A valorização dos imóveis ao redor da Arena Pantanal cresceu 45%. Segundo Ubirajara Solto, diretor do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios de Cuiabá e Várzea Grande (Secovi – MT), a valorização destes imóveis foi de 20% a mais comparando a outras áreas da cidade. 

A imobiliária Rosa Imóveis comprova esse crescimento. ”Antes, um apartamento de dois quartos, com 60m², há quatro anos custava cerca de R$600,00. Hoje, o mesmo, pode ser alugado por R$1000,00. Acredito que a área ainda possa ter uma valorização ainda maior quanto a população também utilizar o entorno como área de lazer. Toda essas variáveis influenciam a valorização de um local”, explicou Guido Grando, diretor da imobiliária. 

E não foi só o setor imobiliário que sentiu o reflexo dessa valorização. Reformado, o Restaurante Avenida aumentou durante o mundial em 30% o quadro de funcionários e o movimento em cerca de 50%. “Essa área teve uma valorização grande, acredito que mesmo com o final da Copa continuaremos com bons números porque nos tornamos conhecidos até mesmo para os cuiabanos”, afirmou o proprietário Carlos José Gomes, que acredita que a área só tende a crescer a partir de agora. 

Oportunidades da Copa - A Copa do Mundo em Cuiabá revelou o “Craque do Taxi”, que com o mundial lucrou 3 vezes mais e conforme o Sindicato dos Taxistas a demanda em dias de jogos aumentou em 70%, encheu bares e praças que estão trabalhando com lotação máxima, como informou o Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes de Cuiabá (SHRBS-MT), mostrou ainda mais o Pantanal, Nobres, Jaciara e outras regiões para o mundo. (Assessoria) 

Fonte: Diário de Cuiabá

Especulação de casas na Copa não deu certo, em Cuiabá


Apesar dos imoveis da capital mato-grossense terem tido valorização por conta da Copa do Mundo, especialistas apontaram que a especulação imobiliária não deu bons frutos em Cuiabá. Ainda que inicialmente se esperasse que a copa trouxesse uma valorização maior dos imóveis que ficam no entorno do estádio, assim como próximos as chamadas “obras da copa”, de forma geral os imóveis valorizaram cerca de 30%, mas por causas consideradas naturais como o reajuste do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em 2013, assim como do valor real do imóvel, quando nas áreas de entorno o aumento foi de 16% a mais.

De acordo com o gerente executivo do Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi-MT) , Ubirajara Souto, a quatro anos atrás, quando Cuiabá foi oficializada como cidade sede da copa, ouve uma especulação em torno dos investimentos nas áreas do entorno das obras, mas que já foi estabilizado.

“Quem especulou acima da média perdeu, não foi a demanda esperada, o perfil do torcedor era diferenciado. Os chilenos procuraram diversas alternativas de acomodação, além de que o governo deu outras opções também, como o “aluguel por temporada”, do qual fomos parceiros”, revela.

O executivo ainda conta que se o perfil do torcedor tivesse sido diferente, como os americanos, por exemplo, poderia ter um resultado melhor. “Os japoneses tinham um perfil diferente dos chilenos e colombianos, como já sabiam que aqui seria o ultimo jogo vieram antes e locaram os imóveis”, conta.

“Se falando em Verdão, houve um crescimento de 16% no entorno, mas agora a especulação está em quem vai administrar o estádio, assim como no pós copa, saber quando as obras ficam prontas para aí sim poder mensurar os resultados. Há lugares em que as obras dificultaram o comércio, como na galeria Itália e em alguns comércios da avenida Miguel Sutil”, desabafa.

Da mesma opinião é o corretor de imóveis e proprietário de uma imobiliária em Cuiabá, Guido Grando Júnior, “quem subiu muito o preço por causa da copa não vendeu, o mundial não é uma justificativa para compra de imóveis, é um evento pontual e ninguém compra imóvel por causa disso”, disse.

Ele conta que as vendas nesse período aconteceram por causa da atual realidade e pela copa. “As vendas foram de oferta e procura, as maiores vendas foram par pessoas que compraram para morar”.

Fonte: Folha do Estado

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Prefeitura e Ministério do Turismo discutem hospedagem alternativa


Representantes dos setores imobiliários, hoteleiro e de bares e restaurantes da Capital se reuniram na manhã desta terça-feira (06) com o secretário nacional de Políticas do Turismo do Ministério do Turismo, Vinicius Lummertz. O secretário municipal de Turismo, Marcus Fabricio, também participou do encontro, que teve o objetivo de articular soluções para o fomento de oferta de hospedagem alternativa para o período de Copa do Mundo em Cuiabá. 


“A capital mato-grossense vai receber cerca de 42 mil visitantes durante a realização dos jogos. Ainda há um déficit de quase 8 mil leitos em Cuiabá e é importante o empenho de gestores públicos e empresários para alcançarmos uma solução eficiente. Vamos mostrar ao mundo a genuína hospitalidade brasileira”, disse Vinicius Lummertz. 

O secretário nacional explicou ainda que o Ministério do Turismo constatou que será grande o volume de turistas “mochileiros”, que procuram se instalar em locais alternativos e mais baratos, como camping, albergues ou casas que cedem quarto para locação. 

“Só no jogo entre Chile e Austrália, 52% dos torcedores serão daquelas nacionalidades e apenas 22% torcedores locais. Fora do Brasil é comum a modalidade ‘cama e café’, onde o turista se hospeda em residências”, afirmou. 

Marcus Fabrício explicou que a Prefeitura realizou o levantamento de áreas para camping, que irão oferecer mais de 2,3 mil leitos para este público. 

“São chácaras e áreas próprias para camping, com infraestrutura para atender aos turistas. Cuiabá estará preparada para receber muito bem todos os visitantes”, avaliou. Ele destacou ainda que a oferta destas vagas será anunciada na próxima semana. 

Segundo a corretora imobiliária e empresária Rosa Sartor Grando, os turistas também podem contar com o aluguel temporário de imóveis. “Isso ainda é uma novidade em Cuiabá, mas a procura tanto para oferecer a casa, como para alugar está aumentando cada vez mais. Hoje tenho uma carteira de 100 residências que podem hospedar de 700 a 750 pessoas”, ressaltou. (Ana Assumpção/Secom)