quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Mais de 11 mil novas moradias até 2017

Gerente regional da
Plaenge Empreendimentos,
Rogério Fabian Iwankiw
faz projeções otimistas

Trinte e três novos empreendimentos são executados por ano, até 2017. Em termo de segurança de investimento o imóvel perde somente para o diamante. Para tanto, comprar imóvel não é para especulador nem para aventureiro, é para quem quer ganhar de médio a longo prazo. Tendo em vista que o maior sonho da sociedade é ter a proteção da casa própria e não pagar aluguel, o mercado imobiliário obteve em sete anos um acréscimo cinco vezes maior de empreendimentos a serem lançados em Cuiabá e Várzea Grande.
O Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios de Cuiabá e Várzea Grande (Secovi) aponta que entre os anos de 2012 e 2017 serão 17.593 empreendimentos residenciais a serem lançados e entregues, restando 11.729 a entregar.
Este reflexo começou a partir de 2007, cujo período anterior, de sete anos, manteve-se no ritmo de seis obras por ano, sendo duas lançadas, duas em andamento e duas a serem entregues. Agora a realidade é de 33 empreendimentos por ano, entre começo, meio e término de obra até o ano de 2017, descreve o gerente regional da Plaenge Empreendimentos, Rogério Fabian Iwankiw.
Este fenômeno é decorrente do fato de o Brasil ser classificado como um país seguro de investimento pelas agências internacionais de Classificação de Risco, em 2007. Ou seja, num processo de análise por investidores estrangeiros, países e empresas multinacionais, o Brasil foi visado com oportunidades de “fazer render” seus recursos. 

Fonte: Cirquito MT

Imóveis cada vez mais incrementados

Paulo Antunes Maciel, 
vice-presidente do Creci-
MT, analisa que o
empresário está receoso
em investir neste momento

Há 10 anos ter uma churrasqueira na sacada era um luxo e hoje se tornou corriqueiro. Agora tem que ter uma cozinha gourmet. Os elevadores são sofisticados e no ambiente da moradia encontram-se espaços para a mulher, diversidade em lazer para as crianças e cada vez mais há invenções para o comodismo das pessoas. 
Ou seja, os imóveis usados mais antigos não têm tudo isso dentro dele. E para tudo tem um custo e fica impossível reduzir os preços e ter essa feira livre imobiliária como se esperava. Muito menos quando a realidade é recessão. Quanto ao mercado de locação, a confiança é a palavra-chave que garante o aluguel. Já a venda não terá liquidação após o advento Copa do Mundo 2014, que depende do Custo Brasil, gerado por meio dos impostos, da corrupção e da burocracia, também influenciada pela tecnologia aplicada no imóvel, em conforto. 
O vice-presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Mato Grosso (Creci- MT), Paulo Antunes Maciel, alerta que a conta da Copa está chegando agora e a cadeia de compra está parada; o empresário está com medo de investir. “Quando a Dilma (presidente) sobe nas pesquisas, a Bolsa de Valores de São Paulo cai. Ninguém aguenta mais como está essa política econômica sem rumo. O Brasil não cresce”, diz Maciel.

Fonte: Cirquito MT

Imóvel é o bem mais seguro de valorização


Diretor do Secovi,
Guido Grando Júnior,
considera que o momento é
de equilíbrio
Considerando que a única coisa que não acaba é o imóvel, ele ainda tem uma vantagem extraordinária: “Se ele pegar fogo, fica o chão, que ainda vale alguma coisa”, destaca Paulo Antunes Maciel. Um bom exemplo é a concepção da Avenida Getúlio Vargas, em Cuiabá, região doada em 1940, na época pelo então presidente. Ele construiu o Colégio Liceu Cuiabano e fez uma lei obrigando quem ganhou o terreno naquela área que construísse moradia, pois as pessoas não queriam se mudar para o local. 
E hoje é um dos trechos mais valorizados de Cuiabá, que não tem preço. “Então o que tem que se pensar é que você ganha ao longo do tempo”, conclui Maciel. De acordo com o presidente do Secovi, Guido Grando Junior, os imóveis vinham se valorizando por conta do aumento de custos e demanda maior que a oferta. 
Isto foi causado por um longo período de estabilidade econômica e melhoria de renda das famílias, associadas a facilidades de crédito. Para a Secovi, o mercado passa por um momento de equilíbrio entre demanda e oferta, boas oportunidades de aquisição estão a surgir, com preços às vezes abaixo do custo, uma vez que algumas construtoras estão oferecendo condições especiais de aquisição, com descontos e outros benefícios. 

Fonte: Cirquito MT

Setor imobiliário só reagirá após a eleição

O mercado imobiliário vive um momento de recessão. A esperada “feira livre” de imóveis com preços baixos, cogitada após a Copa do Mundo 2014 não haverá. Após a ilusão de lucro com o mercado imobiliário no período da Copa, o país vive um não crescimento econômico, em virtude do cenário político, cuja definição será refletida com o resultado da eleição presidencial. Este é o panorama do mercado imobiliário feito pelo vice-presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Mato Grosso (Creci-MT), Paulo Antunes Maciel. “Depois que a Copa acontece só fica a ressaca. Foi uma grande ilusão vendida para a população. Hoje se você sai ao meio-dia na Isaac Póvoas (avenida da região central de Cuiabá) verá que as ruas estão parecendo cada vez mais vazias, por que as pessoas estão retraídas. 
O país está em recessão”, aponta ele. A festa e a recepção foram bonitas e agora é a hora de pagar a conta. Ele recorda que as pessoas imaginaram uma realidade de alugar seu apartamento por R$ 5 mil, um quarto da casa por R$ 1 mil, mas aconteceu que era gente que vinha com barraca e muitos se concentraram nos lugares de abrigo do evento. “Isso foi um reflexo da própria incompetência gerencial do governo. Eu lembro que em novembro (2013) fui a uma reunião da Secopa (Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo 2014) que era para lançar um projeto dealuguel de casas pela internet. Chegou o mês de março e queriam ainda discutir o assunto. Não existe uma coisa dessas”, lamentou Maciel. 
Nenhuma ligação existiu entre a Copa e o mercado imobiliário. Agora o que ocorrerá são algumas valorizações em virtude da mobilidade urbana e a presença do transporte VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). O representante do Creci ressalta quanto ao chamado “Custo Brasil”,termo que se refere ao conjunto de entraves estruturais que encarecem o investimento no Brasil, oneram os produtos e serviços brasileiros, tornando-os menos competitivos em relação aos similares no exterior. Este entrave dificulta o desenvolvimento nacional, aumenta o desemprego, o trabalho informal, a sonegação de impostos e a evasão de divisas. 
Por isso, é apontado como um conjunto de fatores que comprometem a competitividade e a eficiência da indústria nacional. “Aliado à tradição de não se cumprir contratos, de se inventar novos custos em cima de projetos em andamento, como o incremento na tecnologia de construção de imóveis, que não sai barato, e como diria Delfim Netto (ex-ministro da Fazenda e do Planejamento), não existe almoço grátis”, explica Maciel quanto ao Custo Brasil, que na prática é exemplificado sob a forma de novidades e atrativos embutidos ao imóvel. 

Fonte: Cirquito MT

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Reunião discute modelo de operação do VLT em Cuiabá

O Secovi-MT por meio do suplente Guido Grando Júnior,  participou da reunião ordinária com a Agencia Metropolitana e a Secopa para a apresentação do Estudo do Modelo de Operação e Delegação do Veículo Leve sobre trilho em Cuiabá e Várzea Grande.

O assessor de mobilidade urbana da Secopa, Rafael Detoni, explicou que o estudo está dividido em três partes. A primeira é sobre a nova rede integrada, estimada em R$ 2,99, baseado em um fluxo de 350 mil pessoas por dia.  A ultima parte discute os possíveis modelos de concessão do sistema e a Agencia Metropolitana é o órgão competente para definir o modelo.

Na reunião o assessor de mobilidade urbana da Secopa além de tirar as dúvidas dos membros do Codem, falou sobre a possibilidade de integrar o sistema com outros Municípios da região metropolitana, como Santo Antônio de Leverger e Nossa Senhora do Livramento.

Segundo o Presidente da Agencia Metropolitana, Benedito Pinto, o objetivo é que o sistema de gestão do VLT esteja pronto quando a obra for concluída.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Cuiabá tem novas regras de zoneamento

Regras contrariam entidades da construção de Cuiabá, mas também abrem novas zonas de crescimento
DIVULGAÇÃO: SECOVI-MT
Diminuição do potencial construtivo de algumas regiões deve estimular direcionamento de investimentos para áreas distantes do Centro da cidade, segundo entidades do setor

A nova Lei de Ocupação e Urbanização do Solo Urbano, sancionada em maio na cidade de Cuiabá, não agradou ao setor imobiliário da região. A legislação, entre outras obrigações, especifica o quanto pode ser construído em cada zona da cidade, restringe o potencial construtivo em algumas áreas e exige que os empreendimentos ofereçam vagas de estacionamento aos visitantes. Diante destas regras, já se comenta que a tendência de investimento imobiliário agora se direcione a regiões distantes do Centro, onde o potencial construtivo foi reduzido.
Segundo o Secovi-MT (Sindicato da Habitação do Estado do Mato Grosso), um dos pontos mais polêmicos é exatamente a redução do potencial construtivo de adensamento em diversas regiões da cidade. Em alguns locais, onde antes um terreno de 1 mil m² podia receber edificação com até 2 mil m² de área construída, agora o limite passa a ser de 1 mil m² de área construída.
Além disso, foram criadas Zonas de Amortecimentos no entorno dos parques, proibindo a construção de prédios nas imediações dessas áreas - que estão dentre as mais valorizadas da cidade. A intenção é proteger essas reservas urbanas. Assim, a até 100 m dos parques podem ser construídos empreendimentos com, no máximo, 12 m de altura. A partir de 200 m ficam liberadas edificações com altura de 24 m.
As novas regras, que devem encarecer os empreendimentos, já geram reclamações. "Vamos solicitar à prefeitura esclarecimentos sobre essa legislação, e, se for o caso, pretendemos nos manifestar contra ela", revela Paulo Bresser, vice-presidente do Sinduscon-MT (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Mato Grosso). Bresser disse que se não houver mudança, o setor pode declinar na região. O Secovi-MT também afirmou que deve pedir revisão das exigências.
O engenheiro Alaor Fernandes, da GMS Imobiliária e Construtora, prevê dificuldades decorrentes da aprovação da lei sem muitas discussões com o setor. "Essas regras são desnecessárias. Por enquanto ainda não houve tempo para impactar o setor, mas em breve sentiremos os reflexos, principalmente nos preços", disse.
A nova lei também prevê a criação de três novos distritos: Aguaçu, Nova Esperança (Pequizeiro) e Sucuri. Para Guido Grando Júnior, diretor do Secovi-MT, "as novas localidades devem receber grandes investimentos e crescerão de maneira ordenada e sustentável, com todos os benefícios das áreas urbanas".
A cidade terá ainda mais sete novas áreas verdes ou parques, denominadas de Zonas de Interesse Ambiental.

Fonte: PiniWeb

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Compra de imóvel na planta rende valorização de até 30%

Compra de imóvel na planta rende valorização de até 30%
O mercado imobiliário e da construção civil em Cuiabá, e em toda região metropolitana da capital, está em expansão, e os imóveis que ainda nem saíram do papel tem representatividade expressiva nesse segmento econômico. Dados do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios de Cuiabá e Várzea Grande - Secovi MT, apontam que pelo menos 30% do mercado de imóveis seja composto por empreendimentos em construção ou na planta.
É só olhar para qualquer ponto da cidade que é notável a presença dos operários e máquinas nos canteiros de obras. A indústria da construção civil não pára de trabalhar. Para quem não tem pressa, vale a pena esperar o projeto tonar-se real e ‘concreto’. Caso o comprador não tenha necessidade imediata do imóvel, existem diversas vantagens na aquisição de imóveis na planta como planejamento, formas de pagamento flexíveis e preços diferenciados.
De acordo com o diretor da Rede Secovi MT, Guido Grando Júnior, quando o imóvel é adquirido na planta, o potencial de valorização é muito grande. “Quem comprou um empreendimento em seu lançamento, hoje costuma experimentar uma valorização aproximada de 13% a 30%”, explicou Júnior que também é empresário do ramo e MBA em Gestão de Negócios Imobiliários e da Construção Civil pela Fundação Getúlio Vargas.
E não é só pela valorização que o consumidor pode lucrar na aquisição do novo empreendimento. Quando o imóvel é comprado sem ainda existir fisicamente, os custos para a construtora e para o consumidor podem ser reduzidos. “Para a incorporadora, a venda na planta é muito importante. Primeiro, por que demonstra a efetiva viabilidade e demanda do empreendimento por ela projetado. Além disso, os valores por ela recebidos durante as obras ajudam a reduzir o custo financeiro da mesma, permitindo compartilhar este ganho com o comprador final através de preços menores do que ela praticaria se vendesse o imóvel somente após concluído”, explicou.

Para se ter uma ideia da representatividade dos imóveis vendidos na planta, uma pesquisa elaborada pela Secovi-MT, no ano passado, revela que, em 2012 foram entregues 3106 apartamentos novos; em 2013, 1670; e em 2014, 2084 novas unidades em empreendimentos verticais. Considerando que um empreendimento quando é entregue possui praticamente todas as unidades já comercializadas, tem-se então uma ideia do volume que esse mercado representa. 

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Valorização de imóveis no entorno da Arena Pantanal cresceu 45%


A valorização dos imóveis ao redor da Arena Pantanal cresceu 45%. Segundo Ubirajara Solto, diretor do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios de Cuiabá e Várzea Grande (Secovi – MT), a valorização destes imóveis foi de 20% a mais comparando a outras áreas da cidade. 

A imobiliária Rosa Imóveis comprova esse crescimento. ”Antes, um apartamento de dois quartos, com 60m², há quatro anos custava cerca de R$600,00. Hoje, o mesmo, pode ser alugado por R$1000,00. Acredito que a área ainda possa ter uma valorização ainda maior quanto a população também utilizar o entorno como área de lazer. Toda essas variáveis influenciam a valorização de um local”, explicou Guido Grando, diretor da imobiliária. 

E não foi só o setor imobiliário que sentiu o reflexo dessa valorização. Reformado, o Restaurante Avenida aumentou durante o mundial em 30% o quadro de funcionários e o movimento em cerca de 50%. “Essa área teve uma valorização grande, acredito que mesmo com o final da Copa continuaremos com bons números porque nos tornamos conhecidos até mesmo para os cuiabanos”, afirmou o proprietário Carlos José Gomes, que acredita que a área só tende a crescer a partir de agora. 

Oportunidades da Copa - A Copa do Mundo em Cuiabá revelou o “Craque do Taxi”, que com o mundial lucrou 3 vezes mais e conforme o Sindicato dos Taxistas a demanda em dias de jogos aumentou em 70%, encheu bares e praças que estão trabalhando com lotação máxima, como informou o Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes de Cuiabá (SHRBS-MT), mostrou ainda mais o Pantanal, Nobres, Jaciara e outras regiões para o mundo. (Assessoria) 

Fonte: Diário de Cuiabá

Especulação de casas na Copa não deu certo, em Cuiabá


Apesar dos imoveis da capital mato-grossense terem tido valorização por conta da Copa do Mundo, especialistas apontaram que a especulação imobiliária não deu bons frutos em Cuiabá. Ainda que inicialmente se esperasse que a copa trouxesse uma valorização maior dos imóveis que ficam no entorno do estádio, assim como próximos as chamadas “obras da copa”, de forma geral os imóveis valorizaram cerca de 30%, mas por causas consideradas naturais como o reajuste do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em 2013, assim como do valor real do imóvel, quando nas áreas de entorno o aumento foi de 16% a mais.

De acordo com o gerente executivo do Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi-MT) , Ubirajara Souto, a quatro anos atrás, quando Cuiabá foi oficializada como cidade sede da copa, ouve uma especulação em torno dos investimentos nas áreas do entorno das obras, mas que já foi estabilizado.

“Quem especulou acima da média perdeu, não foi a demanda esperada, o perfil do torcedor era diferenciado. Os chilenos procuraram diversas alternativas de acomodação, além de que o governo deu outras opções também, como o “aluguel por temporada”, do qual fomos parceiros”, revela.

O executivo ainda conta que se o perfil do torcedor tivesse sido diferente, como os americanos, por exemplo, poderia ter um resultado melhor. “Os japoneses tinham um perfil diferente dos chilenos e colombianos, como já sabiam que aqui seria o ultimo jogo vieram antes e locaram os imóveis”, conta.

“Se falando em Verdão, houve um crescimento de 16% no entorno, mas agora a especulação está em quem vai administrar o estádio, assim como no pós copa, saber quando as obras ficam prontas para aí sim poder mensurar os resultados. Há lugares em que as obras dificultaram o comércio, como na galeria Itália e em alguns comércios da avenida Miguel Sutil”, desabafa.

Da mesma opinião é o corretor de imóveis e proprietário de uma imobiliária em Cuiabá, Guido Grando Júnior, “quem subiu muito o preço por causa da copa não vendeu, o mundial não é uma justificativa para compra de imóveis, é um evento pontual e ninguém compra imóvel por causa disso”, disse.

Ele conta que as vendas nesse período aconteceram por causa da atual realidade e pela copa. “As vendas foram de oferta e procura, as maiores vendas foram par pessoas que compraram para morar”.

Fonte: Folha do Estado

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Prefeitura e Ministério do Turismo discutem hospedagem alternativa


Representantes dos setores imobiliários, hoteleiro e de bares e restaurantes da Capital se reuniram na manhã desta terça-feira (06) com o secretário nacional de Políticas do Turismo do Ministério do Turismo, Vinicius Lummertz. O secretário municipal de Turismo, Marcus Fabricio, também participou do encontro, que teve o objetivo de articular soluções para o fomento de oferta de hospedagem alternativa para o período de Copa do Mundo em Cuiabá. 


“A capital mato-grossense vai receber cerca de 42 mil visitantes durante a realização dos jogos. Ainda há um déficit de quase 8 mil leitos em Cuiabá e é importante o empenho de gestores públicos e empresários para alcançarmos uma solução eficiente. Vamos mostrar ao mundo a genuína hospitalidade brasileira”, disse Vinicius Lummertz. 

O secretário nacional explicou ainda que o Ministério do Turismo constatou que será grande o volume de turistas “mochileiros”, que procuram se instalar em locais alternativos e mais baratos, como camping, albergues ou casas que cedem quarto para locação. 

“Só no jogo entre Chile e Austrália, 52% dos torcedores serão daquelas nacionalidades e apenas 22% torcedores locais. Fora do Brasil é comum a modalidade ‘cama e café’, onde o turista se hospeda em residências”, afirmou. 

Marcus Fabrício explicou que a Prefeitura realizou o levantamento de áreas para camping, que irão oferecer mais de 2,3 mil leitos para este público. 

“São chácaras e áreas próprias para camping, com infraestrutura para atender aos turistas. Cuiabá estará preparada para receber muito bem todos os visitantes”, avaliou. Ele destacou ainda que a oferta destas vagas será anunciada na próxima semana. 

Segundo a corretora imobiliária e empresária Rosa Sartor Grando, os turistas também podem contar com o aluguel temporário de imóveis. “Isso ainda é uma novidade em Cuiabá, mas a procura tanto para oferecer a casa, como para alugar está aumentando cada vez mais. Hoje tenho uma carteira de 100 residências que podem hospedar de 700 a 750 pessoas”, ressaltou. (Ana Assumpção/Secom) 

quarta-feira, 12 de março de 2014

Apresentação da Nova Sede da Plaenge em Cuiabá

Conforme publicado na última edição do Jornal Digital, recentemente a Plaenge apresentou a sua Nova Sede em Cuiabá para públicos específicos.

No dia 25 de fevereiro, a equipe recebeu os convidados do mercado imobiliário de Cuiabá para um delicioso café da manhã.

Segundo o Gerente Comercial da Plaenge, Adriano Melquiades, foram só elogios para a nova construção. “Preparamos uma manhã especial para que todos pudessem conhecer essa moderna e belíssima obra e para que possamos estreitar relacionamentos”, comentou.

Para o representante do Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Locação de Imóveis de Mato Grosso (Secovi-MT), Guido Grando Junior, a Nova Sede da Plaenge marca um importante momento para a construção civil de Mato Grosso. “Com esta obra, a Plaenge demonstra que o mercado está forte e em crescimento, e sela a sua credibilidade ao apresentar essa importante ferramenta para atender seus clientes. Toda a equipe está de parabéns”, elogiou.

No dia 27, além o novo espaço, a Plaenge apresentou para os clientes do Le Champ o apartamento decorado do empreendimento. Cerca de 60 clientes puderam degustar cervejas especiais e saborear comidas ao estilo de boteco.

De acordo com o Gerente Regional da Plaenge, Rogério Fabian Iwankiw, a intenção foi preparar um evento exclusivo para os futuros moradores do empreendimento que compraram uma unidade sem ver o decorado. “Recebemos os clientes do Le Champ na nossa Nova Sede com muito carinho pela confiança que depositaram em nós. Foi uma noite emocionante, que eles tantos esperavam”, afirmou.

Para o cliente e funcionário público, Ricardo Antonio Bezerra, o novo espaço ficou fantástica. “Um espaço elegante, amplo e bem localizado, como as melhores localizações de seus empreendimentos”, pontuou. “Esse carinho que a Plaenge demonstra com seus clientes é essencial. Seja em um evento como esse ou nos diferenciais dos empreendimentos”, complementou o casal e clientes Marcella Abreu e Alan Faust.

Para a médica Candice Barros Taques a noite foi maravilhosa. “Adorei conhecer essa linda construção. Assim que chegamos, o meu filho já parou na brinquedoteca e não quis sair mais. Foi difícil tirá-lo de lá”, brincou.

Fonte: Plaenge

sábado, 1 de março de 2014

Análise do cenário para 2014



Já estamos no terceiro mês de 2014 e as expectativas para o setor imobiliário é de crescimento. A estimativa é de que a indústria imobiliária cresça até 10% neste ano. O Sindicato da Habitação de Mato Grosso conversou com empresário do setor imobiliário que fez uma análise do cenário para 2014. O sócio diretor da Rosa Imóveis, Guido Grando Junior, falou um pouco sobre a polêmica da Bolha Imobiliária no Brasil, mudanças no setor com a realização da Copa do Mundo de 2014 e também os benefícios de ser um filiado do SecoviMT.

Bolha no Brasil?

Com a recente alta nos preços dos imóveis nas principais capitais do Brasil, muita gente se pergunta se não estaríamos vivendo o processo de formação e estouro de uma bolha especulativa no setor imobiliário. Para o sócio diretor da Rosa Imóveis, Guido Grando Junior, a bolha nos moldes de que ocorreu nos Estados Unidos está longe de acontecer no Brasil. “Estamos vivendo um momento de ajuste entre a demanda e oferta. Porém, o mercado possui alguns indicadores de que está saudável”.

Segundo Júnior, a maioria das vendas ocorre para pessoas ou famílias que irão utilizar ou morar nos imóveis e não para investimento. “O volume de financiamento em relação ao PIB ainda é irrisório em relação a outros países que sofreram com a "bolha". Até mesmo o endividamento com financiamento imobiliário é saudável, pois transfere o dispêndio de recursos em bens de consumo de curto prazo e permite a família formação de patrimônio”.

Expectativas para a Copa do Mundo de 2014

Os eventos esportivos que o Brasil vai receber em 2014, como a Copa do Mundo, vai agitar o mercado imobiliário no país. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, a Copa tem potencial para injetar R$ 142 bilhões na economia brasileira. Para Guido Grando Júnior, vai ser uma oportunidade pontual o mercado de locação por temporada. “A copa será uma vitrine para o mundo de nosso mercado, permitindo contato com investidores de diversos lugares do Brasil e do mundo, gerando oportunidades de negócio.”

Filiação ao SecoviMT

O SecoviMT como entidade sindical patronal, representa atualmente mais de 30 empresas do setor associadas a entidade, Secovi. De acordo com o Guido Grando Junior, o Secovi possui foro adequado ao tratamento de diversos assuntos do setor junto ao próprio mercado, governo e sociedade.  “Uma empresa que tenta tratar estes assuntos individualmente não tem alcance suficiente. O Sindicato dá legitimidade e força das necessidades de seus associados.” disse.

Benefícios de ser associado ao SecoviMT

Como um associado participativo dentro do sindicato, Guido Grando Júnior falou dos benefícios de ser um associado ao SecoviMT. “O sindicato possui convênios com instituições de ensino, certificadora de correspondentes bancários e parcerias com empresas fornecedoras das imobiliárias, permitindo descontos e tratamentos diferenciados junto a fornecedores. O Secovi ainda participa ativamente da Organização e Promoção de eventos do setor imobiliário como a Feira Edificar, sendo que seus associados possuem vantagens e benefícios para participarem destes eventos.” 
O associado pode ainda dispor com exclusividade de legislação, pesquisas e informações sobre o mercado regional e nacional que irão ajudar na tomada de decisão e no conjunto de argumentos para clientes. É ainda um ambiente onde seus associados podem trocar experiências e informações que trarão vantagens competitivas estratégicas no mercado.

Fonte: Secovi MT

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Value of Commercial Buildings in Mato Grosso Grows Beyond 40%

Value of Commercial Buildings in Mato Grosso Grows Beyond 40%
Mato Grosso, Brazil: The value of the Eldorado Hill Office, Caixa Construções' commercial building, has increased to almost 80% shortly before the delivery of the building.

Ahead of countries like Hong Kong and Turkey, in regards to real estate value, Brazil has been considered the country with the greatest increase in the value of real estate in 2012, according to the North American real estate consultancy Knight Frank. The study considered the third trimester of 2012 and registered a high of 15.2% in relation to the same time in the previous year. Some Brazilian states have even reached higher than this appreciation average. Mato Grosso is one of these states, which, according to the director of Secovi-MT (Housing Union of Mato Grosso), Guido Grando Junior, has shown in its market appreciations of approximately 15% to 30%, since the time of the launch until the post-delivery sale.

With constant launches and the growing search for commercial properties, it can be seen that, even more than in residential properties, there is a deficit in the commercial real estate sector in the capital of the state. "Considering that Cuiabá went without any commercial launches for a long time, that there is a continuous natural growth in the services sector and that there is a need for the implementation of companies from the interior of the state in the capital, with a demand even from multinational companies, we understand that the demand for commercial properties will continue to increase, even more than for residential properties", reveals Grando.

Also, according to the director of the union, the appreciation of commercial properties in some cases has gone above the mark of 40%. At Caixa Construções commercial building, Eldorado Hill Office, the value on the blueprint in relation to the short time before the delivery of the building, appreciated 78%.

The relationship manager of the construction company, Adriano Sirugi, believes that location, the kind of material utilized and the workmanship of the building contributed to such a high increase in the price. "Some clients sold their units after we handed over the building, and the values appreciated about 97%," he reveals.

The entrepreneur Rogério Souza Barbosa, owner of one of the rooms in Eldorado Hill Office, has already noticed the appreciation of the building, especially due to location. "When you get to see a completed building it is the materialization of a good investment. Even though you get to see the blue-print, descriptions and images beforehand, it is very different upon delivery. Apart from that, the final result surprised me, it's a lot better than I imagined, especially the workmanship", he reiterates.

The project

Eldorado Hill Office was launched two years ago and all of the units have already been sold. There are more than six thousand m² of built up area. The rooms are 40 to 131m². There are three elevators in the building, for only eight floors, making it easier for condo owners and visitors to transit through the building, there are also up to two parking spaces and the lobby was delivered fully furnished and decorated.

This press release has been issued by Caixa Construcoes (Mato Grosso).

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Corretoras: Mais mulheres no mercado de corretagem de imóveis


As mulheres estão conquistando cada vez mais o mercado de trabalho, em redutos considerados masculinos. Há alguns anos, elas vêm invadindo também o mercado de corretagem, um campo que até então era pouco explorado pelo “sexo frágil”. Uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci) aponta que, na última década, houve um crescimento de 114% na participação delas no setor imobiliário.

De acordo com a pesquisa, cerca de 60 mil corretores ingressaram no mercado de trabalho nos últimos dez anos, e hoje 20,24% dos profissionais que atuam como corretores de imóveis são do sexo feminino. Em Mato Grosso, conforme dados Conselho Regional Corretores de Imóveis (CRECI-MT), a participação das mulheres no mercado corresponde a cerca de 20%. Ou seja, dos 1730 inscritos, mais de 330 são mulheres. Em Cuiabá e Várzea Grande, elas representam uma fatia ainda maior, aproximadamente 27,12%.

A evolução da profissão, por gênero, mostra que a presença feminina tende a crescer. A Emika Empreendimentos Imobiliários, que atua no mercado mato-grossense há mais de quinze anos, é uma das empresas que mais empregam mulheres no setor. Elas ocupam cerca de 80% do quadro de funcionários e 70% do total de corretores. "O profissional não é avaliado pelo sexo e sim pelo seu potencial. As mulheres têm mostrado uma capacidade de vendas significativa, são dedicadas, detalhistas e pacientes", ressalta Gessi Carmen Rostirolla, diretora da imobiliária, acrescentando que “num mercado que era restrito para as mulheres, a concorrência era grande. Aos poucos, fomos ganhando espaço e hoje, representamos grande parte das equipes”.

Outra empresa do ramo, a Rosa Imóveis, foi fundada em 1994, por outras duas mulheres pioneiras no ramo Rosa Sartor Grando e Neusa Goebel, corretoras de imóveis, que já atuavam no mercado imobiliário desde 1992.
  
Para o presidente do Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi-MT), Marco Pessoz, o setor tem absorvido os bons profissionais, independente do sexo. “O mercado exige profissionais cada vez mais gabaritados e capacitados. As mulheres, por sua vez, têm buscado esse aperfeiçoamento e, com isso, conquistado seu espaço”, admite.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Valorização de empreendimentos comerciais após a entrega passam de 40% em Mato Grosso

O Eldorado Hill Office, empreendimento comercial da Caixa Construções, teve a valorização de quase 80% pouco antes da entrega do prédio.

À frente de países como Hong Kong e Turquia quando se trata de valorização imobiliária, o Brasil foi considerado o país com maior aumento no valor dos imóveis 2012, de acordo com a consultoria imobiliária norte americana Knight Frank. A pesquisa considerou o terceiro trimestre de 2012 e constatou a alta de 15,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Alguns estados brasileiros ainda superam essa média de valorização. É o caso de Mato Grosso, que, de acordo com o diretor do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios de Cuiabá e Várzea Grande (Secovi-MT), Guido Grando Junior, têm se verificado no mercado valorizações que giram em torno de 15% a 30%, desde o lançamento até a venda pós-entrega.

Com lançamentos constantes e a procura sempre crescente por espaços comerciais, verifica-se, ainda mais do que em moradias, um déficit no setor de imóveis comerciais na capital do Estado. "Considerando que Cuiabá ficou muito tempo sem lançamentos comerciais, que o crescimento natural do setor de serviços continua e que existe a necessidade de instalação de empresas do interior na capital, com procura inclusive multinacionais, entendemos que a demanda por comerciais continuará forte, maior inclusive que a de residencias", revela Grando.

Ainda de acordo com o diretor do sindicato, em empreendimentos comerciais a valorização em alguns casos supera a marca de 40%. No empreendimento comercial Eldorado Hill Office, da Caixa Construções, o valor praticado na planta em relação a pouco tempo antes da entrega do empreendimento, a valorização foi de 78%.

O gerente de relacionamento da construtora, Adriano Sirugi, acredita que a localização, os materiais usados e o acabamento do empreendimento contribuíram para tamanho salto no preço. "Alguns clientes venderam as suas salas após a entrega do prédio e os valores alcançaram 97% de valorização", revela.

O empresário Rogério Souza Barbosa, proprietário de uma das salas no Eldorado Hill Office, já percebeu a valorização do empreendimento, principalmente pela localização. "Ao ver o prédio pronto é a concretização de um bom investimento. Apesar de ver a planta, memorial descritivo e imagens, é muito diferente na entrega. Além disso, o resultado final me surpreendeu, ficou muito melhor do que imaginava, principalmente o acabamento", reitera.

O projeto

O Eldorado Hill Office foi lançado há dois anos e todas as unidades já foram vendidas. São mais de 6 mil m² de área construída. As salas possuem de 40 a 131m². O edifício conta com três elevadores, para apenas oito andares, facilitando o fluxo dos condôminos e visitantes, até duas vagas de garagem e o hall foi entregue mobiliado e decorado. 

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Rede Secovi-MT é o primeiro Correspondente Imobiliário do Banco do Brasil em MT

Uma das maiores apostas do Banco do Brasil para este ano é o crédito imobiliário. Atento ao interesse do consumidor mato-grossense neste campo, o BB firmou convênio, por meio do Sindicato da Habitação (Secovi-MT), com a Rede Secovi-MT - que é a união de empresas, que trabalham em conjunto e oferecem benefícios e vantagens para proprietários de imóveis e clientes. Com o acordo, a Rede se torna o primeiro Correspondente Imobiliário da instituição financeira em Mato Grosso.

O gerente de negócios do BB, Lauro Alves do Couto, explica que a perspectiva é de crescimento para 2011 e que as taxas de juros e convênios com construtoras e entidades, como o Secovi-MT, proporcionam mais oportunidades de negócios. “Para o cliente a parceria é importante, pois no momento da escolha de seu imóvel, na imobiliária filiada à Rede Secovi-MT, ele poderá dar início à proposta de financiamento junto ao banco. Além disso, a Rede é uma gestora que tem mais de 20 imobiliárias afiliadas na praça, o que diversifica e amplia a escolha para os clientes”.

O executivo explica que o público alvo do produto são pessoas físicas, correntistas ou não, e que podem optar por imóveis novos ou usados, residenciais ou comerciais, edificados em alvenaria e localizados em área urbana. “Colocamos à disposição do cliente duas opções de pagamento: prefixadas e pós-fixadas. A primeira é o sistema de prestação fixa, calculada com base na tabela PRICE. Já a segunda é o sistema de prestação variável, calculada com base no Sistema de Amortização Constante – SAC”, ressalta Couto.


As parcelas serão debitadas em conta corrente no BB, e os prazos são de até 360 meses, limitado ao financiamento de até 70%, ou até 300 meses, limitado ao financiamento de até 80% - observada a política de crédito do banco. Outra vantagem é a carência de até seis meses para começar a pagar.


O diretor da Rede Secovi-MT, Guido Grando Júnior, explica que a parceria com o BB oferece aos clientes mais uma oportunidade de negócio. "O banco possuía a maior carteira de clientes, mas não tinha crédito imobiliário. Agora não é preciso ir à outra instituição para fazer o financiamento", avalia.


Mais vantagens – Outro benefício apresentado pelo banco é a possibilidade de escolher um mês do ano para não pagar o valor referente à amortização de capital e juros. A escolha ocorre já na formalização da proposta. “O primeiro mês sem pagar só ocorrerá após o pagamento de, no mínimo, doze parcelas de amortização. Essa opção é ideal para aqueles meses em que se concentra o pagamento de diversos tributos”, destaca Couto.

A facilidade de amortização também é uma vantagem apontada pela instituição. A amortização pode ser feita desde que seja equivalente, no mínimo, ao valor de uma prestação. Havendo amortização, o cliente poderá optar por reduzir o valor da prestação ou o prazo do financiamento. “Além disso, o cuidado e a seriedade com que a equipe do BB cuida de cada processo, em todas as fases, principalmente na análise jurídica da documentação, conferem a segurança necessária para a operação”, avalia Couro, acrescentando que assim é possível evitar surpresas - que podem ocorrer caso não haja a avaliação criteriosa de toda a documentação solicitada.

Expansão - Os financiamentos de imóveis via Banco do Brasil em Mato Grosso registrou expansão de 300% entre 2009 e 2010, alcançando R$ 28 milhões. O montante é cerca de R$ 18 milhões a mais do que no ano anterior. A intensificação dos negócios é fruto de parcerias e estratégias do BB para aumentar a participação no mercado. As instituições financeiras são atraídas ao setor imobiliário devido à valorização e expansão dos investimentos na construção civil. Mais informações: www.bb.com.br